Na semana que passou tive o privilégio de ser ouvido por dois amigos que compõem o governo Bellini. A exemplo do que fiz no Governo Popular, foram muitas as vezes que fiz minhas análises sobre o setor de comunicação e busquei oferecer soluções aos problemas. Sou cidadão itajaiense e quero ver a minha cidade cada vez melhor.





o magrú é um baita de um cola branca. quem não sabia disso?
ou é do PC partido da conveniência?
magru comunista? aquele que come criancinhas? nãooooo nem combina com o estiótipo de mr burns e artista global. ès mais parecidinho com o Serra mesmo
Não creio que alguém em sã consciência queira o mal da cidade aonde nasceu. Querer o bem da cidade não é privilegio da extrema direita.
Samuel: a extrema-direita é constituída pelos nazi-fascistas. Chamar o Magru de nazi-fascista é no mínimo insaniedade ou atestado de falta de conhecimento político. Espero que você na extrema-esquerda (comunismo) um dia tenha a consciência de que o único sistema bom é aquele que oferece aos cidadãos plena liberdade no exercício de seus deveres e direitos. Sabes quando eu abandonei o comunismo? quando fiz a seguinte pergunta para mim mesmo: se eu estivesse residindo em Cuba, onde estaria como pessoa crítica que gosta de falar o que pensa? E depois me surpreendi com a resposta: muito provavelmente eu estaria PRESO como preso de consciência. Aí eu abandonei o apoio a Fidel Castro e me voltei para o anarquismo epistemológico.
Por outro lado, quando a Ideli Salvatti vier a Itajaí pedir o apoio político de Jandir Bellini vou cobrar de você que o PT virou extrema-direita. Tá?
Deixo meus contatos pessoais a ti, caso queira saber um pouco mais sobre a realidade no Semasa, já que quase não acesso a internet. Abraços, Lyson
Na parte da manhã – 84317634
Bons dias Magru, é com alegria que manifesto minha admiração e respeito a sua pessoa. Ao ver sua foto ao lado do Assessor de Comunicação do Semasa, como cidadão itajaiense e como funcionário público, me senti no dever de compartilhar a angustia que sinto em relação ao que esta acontecendo na autarquia. Nos primeiros seis meses da atual gestão fui sensível ao período de adaptação e reconhecimento das potencialidades e limitações da autarquia, porém, quinze meses se passaram e o que percebo é um somatório de erros sem precedentes. Em algumas situações tenho dificuldade de interpretar se é omissão, incompetência ou má fé. Atualmente a direção vem se esforçando para silenciar a crise gerada pela sua própria incoerência. Com discursos muito lindos, porém vagos, a direção do Semasa vem fazendo um desserviço à sociedade. A situação é tão grave e esta relacionada com o sucateamento da estrutura, com a falta de fiscalização, com os desvios de função, com a falta de transparência, com a ausência de uma comunicação interna eficaz, com o descaso com o patrimônio físico e humano do Semasa, com desperdício do dinheiro público entre outras faltas graves. Não concordando com postura adotada pela direção frente todas estas demandas, o chefe do departamento onde trabalho colocou o cargo a disposição. A partir da sua saída a direção colocou um outro chefe no setor, que com sua inabilidade para função, somada às falhas do sistema, provocou atrasos nunca antes vistos no cronograma de leitura (medição de consumo). Entre muitas alternativas para solucionar a situação, a direção optou, indevidamente e injustificadamente, por aquela que mais prejuízos traz aos consumidores: gerou onze mil faturas pela média. Diante deste fato acompanhei, por meio das mídias locais, a assessoria de comunicação da autarquia mentir publicamente sobre a situação do Semasa e os reais motivos que geraram toda esta situação. Como se não bastasse, a entrega destes documentos fiscais (faturas) foi terceirizada à empresa Ambiental que contratualmente só poderia entregar avisos, ao custo de R$ 3,62 por aviso. Se fosse justificável tal terceirização e fosse enviado pelo Correio o custo por entrega de fatura cairia para R$ 1,62. Porém, foi injustificada tal decisão e enquanto a Ambiental “entregava” as faturas, três leituristas ficaram a semana inteira parados dentro do Semasa por falta de equipamento. É oportuno mencionar que muitas regiões da cidade receberam duas e até três faturas referentes ao mesmo período de consumo, enquanto outras não receberam nenhuma. Assim como nos demais serviços prestados por esta empresa, o Semasa simplesmente paga, às vezes até mais de uma vez pelo mesmo serviço, sem que haja nenhum tipo de fiscalização ou controle (salvo uma planilha no excel – meramente ilustrativa). Não concordo que o dinheiro público seja administrado desta forma. A cada dia alguma coisa inexplicável acontece no departamento de leitura, colocam os leituristas para ir de bicicleta do centro até a Itaipava ou Espinheiro, por exemplo, perdem dados obtidos pelos leituristas, dão a mesma quadra para mais de um leiturista fazer a leitura e esquecem de outras. A mando da diretoria, uma outra chefia foi incumbida de organizar os trabalhos da leitura, e com uma logística absurda, vem fazendo com que a leitura atrase dia após dia. Enquanto isto, a direção tenta calar as manifestações que reprovam tais posturas ou demonstram insatisfação. Boatos e rumores de retaliação circulam nos corredores da autarquia, o clima organizacional é péssimo e todas as possibilidades de diálogo com a atual diretoria se esgotaram. Entre todos estes eventos, ainda houve um com a Associação dos funcionários do Semasa onde o diretor passou por mentiroso e nada fez. Hoje no Semasa, a maioria dos funcionários não acredita em uma só palavra da direção. Ao questionar para atual chefia a postura da direção, esta respondeu que isto é “Cutucar a onça com vara curta”. Nas ruas da cidade já não temos mais argumentos para defender a autarquia e sentimos dia após dia a situação piorar. A incompetência da atual gestão resultou em uma seqüência infeliz de decisões que comprometem a imagem do Governo e a estabilidade da autarquia. Não é justo que a população tenha que pagar pela má administração do Semasa. Hoje pela manhã trabalhei no bairro Promorar, um bairro de pessoas simples e trabalhadoras, que mais uma vez sentem-se castigadas pelo Semasa. Não completou nem um ano e meio que perderam tudo na enchente e foram obrigadas a pagar contas absurdas (por uma água contaminada e sem condição de uso). Na ocasião foi usada a desculpa que não cobrar tal água era renuncia de receita, como se o Ministério Público fosse punir o Semasa por não cobrar uma água que não foi tratada e nem consumida. Desta vez qual será a desculpa? A incompetência da atual gestão esta penalizando muitos itajaienses, e das oitenta unidades habitacionais que realizei leitura hoje, a maioria recebeu mais de uma fatura no mês passado e neste mês, com quinze dias de atraso, estão recebendo faturas com valores inconcebíveis, pois no último mês foi cobrado pela média e neste esta sendo cobrado referente ao consumo de quarenta e cinco dias, o que por si só já é problemático, mas o pior é que tal consumo eleva a faixa de tarifação por metro cúbico da água e faz com que as pessoas paguem mais caro sem terem tido culpa nenhuma (por exemplo, se uma família consome mensalmente vinte metro cúbicos em trinta dias, em quarenta e cinco dias ela ira consumir trinta metros, porém sua conta não virá apenas um terço mais cara, conforme o consumo, ela virá no mínimo cinqüenta por cento mais cara, pois a partir do vigésimo sexto metro cúbico consumido ela chega a custar mais que o dobro do valor normal). Que culpa tem os consumidores por este atraso? Porque eles devem pagar pela incompetência das atual gestão? Outro exemplo são as muitas famílias que economizam e consomem dez metros cúbicos por mês, o que custa R$ 15,92 e em quarenta e cindo dias elas terão consumido quinze metros e custará no mínimo R$ 29,46 (quase o dobro). É justo? Mas não termina por aí, no mês seguinte quando normaliza a leitura, esta mesma família terá consumido a diferença do que ela geralmente gasta em um mês, mais cinco metros cúbicos e será obrigada a pagar o valor de dez metros R$ 15,92, desta forma os vinte metros consumidos em dois meses que sempre custaram R$ 15,92 + R$ 15,92 = R$ 31,84 terão custado pelo menos R$ 45,38 – o valor de quase três meses. De todas as formas a população vem sendo lesada, e por falta de esclarecimento e informação continuam pagando mais do que o devido. Sei que estou me expondo, mas não é mais possível para mim, ver tudo que esta acontecendo lá dentro e não fazer nada. Sei que meu comentário ficou extenso, mas poderia descrever muitas outras situações que comprovam e justificam minha postura. No meu ponto de vista configura renuncia de receita negligenciar milhares de irregularidades e fraudes, que trazem prejuízos aos cofres do Semasa, por não terem fiscais suficientes para auditarem as anormalidades informadas pelos leituristas, sendo que quarenta por cento dos fiscais esta em desvio de função. Existem muitas alternativas para cada situação mencionada acima, mas parece que a direção do Semasa tem se esforçado para decidir por aquelas que mais prejudicam os Itajaienses. Não possuo acesso a internet, por isso, talvez demore a ler os comentários que este possa gerar. Foi a primeira vez que acessei o seu Blog e parabenizo-o pela iniciativa, pois ainda lembro quando comentou da criação deste espaço, algum tempo atrás, num intervalo de aula. Abraço, Lyson
PROFESSOR BLOGUEIRO:
TODOS SOMOS ITAJAIENSES E DEVEMOS PENSAR NAS FUTURAS GERAÇÕES QUE ESTÃO NOS SUSCEDENDO POUCO A POUCO, OPOSIÇÃO RAIVOSA E DESTRUTIVA, SÓ FAZ COM QUE ESTEJAMOS CADA VEZ MAIS LONGE DA ITAJAI QUE TODOS SONHAMOS, MAGRU NÃO É A TOA QUE VC É JORNALISTA DE MAIOR CREDIBILIDADE EM NOSSA REGIÃO, PARABÉNS…..