Thiago Floriano

PULSEIRINHAS DO SEXO & POLÍTICA

Em Uncategorized, 26/02/2010 às 12:12

O pessoal que leu o Diarinho de hoje ficou assustado com a matéria sobre a nova moda nas escolas da região, com crianças utilizando as famosas PULSEIRINHAS DO SEXO. Um leitor do Blog do Magru resolveu utilizar a idéia para fazer as PULSEIRINHAS DA POLÍTICA. Veja no que deu:

PULSEIRINHAS DO SEXO versus POLÍTICA
COR SEXO POLÍTICA
AMARELA Abraço Suruba com a turma do Itamirim
ROSA Mostrar os peitinhos Dúvida sobre trabalhar na educação ou cultura
LARANJA Dentadinha de amor Aceita abrir empreiteira para amigos e vereadores na região
R0XA Beijo com a língua

e talvez sexo

Mordida na língua de quem votou no Jandir
VERMELHA Dança com streptease Suruba com membros sindicalizados
VERDE Sexo oral feito pelo rapaz Suruba com a turma do Gabeira
BRANCA A menina escolhe o tipo

De sacanagem

Recebe camisinha em casa

Com ficha de filiação no DEM

AZUL Sexo oral feito pela menina Entrada garantida no trenzinho da alegria do PMDB
PRETA Sexo no estilo papai-mamãe Manifestação de luto do

Cidadão honesto

  1. Magru acho que na listinha o leitor só errou numa cor : A VERMELHA, no sexo corresponderia “menstruada” na política “LADRÃO”.

  2. Penso que essa nova onda das pulseirinhas provoque uma maior incidência de investidas de pedófilos, os quais identificam as adolescentes que desejam brincar de “joguinhos sexuais”.

    Tornam-se presas fáceis pela explícita identificação nos pulsos.

    Hoje mesmo, observei um aglomerado de adolescentes na porta do Colégio Salesiano e quase todos tinham verdadeiras coleções em seus pulsos dessas pusleiras, nas mais variadas cores.

    Dentro de um Coletivo, em pouco menos de 20 minutos de jornada, deparei-me com 6 adolescentes (2 rapazes e 4 meninas, aparentando ter entre 13 e 17 anos) usando-as.

    Realmente é preocupante. A responsabilidade começa dentro do seio familiar, devendo ser extendida às escolas e à sociedade.

  3. Tá complicado. Bom, complicado tá faz tempo, mas só parece piorar.
    Li algo muito esclarecedor numa coluna do Fernando Alécio nesta semana, onde ele referia-se a uma pesquisa da fundação Getúlio Vargas. Muitos devem ter lido mas convém repetir. Palavras do Jornalista Gilberto Dimenstein:
    “Apenas 2% dos estudantes do ensino médio querem ser professores – esse índice se aproxima de zero quando computados os alunos de maior poder aquisitivo, que estudam em escolas privadas. Esse fato mostra que a profissão de professor está em baixa, diria até desmoralizada”.
    “O pior dos dados: os futuros professores são recrutados entre os alunos com as piores notas, sendo que quase 90% são de escolas públicas. Portanto, o curso de licenciatura e pedagogia é, para muitos, a opção de quem não tem opção. O resto é apenas consequência.”
    Termina por dizer: “Considero a profissão de professor a mais nobre que existe. Mais nobre, por exemplo, do que a medicina – afinal, sem professor ninguém chegaria a uma faculdade de medicina. Não é compatível, portanto, um projeto de nação civilizada com a categoria de professor tão desmoralizada”.

    Tenho pra mim que muitas vezes se faz de conta que o Estado oferece Educação. Soltam o professor na sala de aula repleta de alunos. Não raro, esquecem até de dar-lhe giz com que escrever. E ele que se vire. Se ele for um professor zeloso da disciplina entre os alunos (prerrogativa própria da profissão) corre o risco de ser espancado por um deles, que não respeita pai nem mãe e muito menos professor. E não me venham com essa de que é sensacionalismo, pois está cheio de professor ameaçado por aluno por aí. Ele acaba tendo que tolerar certos abusos e aí, o aluno que quer aprender de fato não consegue por se ver imerso num ambiente altamente viciado. Em nada propício para uma aprendizagem digna. O que mais acontece: o professor faz o que pode ou finge que ensina, o aluno finge que aprende e no final do ano dão um certificado pra ele.

    Vivemos uma inversão completa de valores. Garanto que se a pesquisa comparasse o número de alunos que querem ser professor com o número deles que desejariam mostrar a bunda na Playboy daria uma diferença numérica enorme. Essa “brincadeira” com pulseira é mais um reflexo da sociedade doentia em que vivemos. Ouvi muitos dizerem que tinham que recolher as pulseiras do comércio. Ora, pulseira tem em qualquer lugar, o problema é o uso que se faz delas. Os pais é que têm obrigação de não deixar os filhos com esse negócio neste momento porque a propaganda já está feita. Os jovens poderiam substituir a pulseira por qualquer outro objeto.
    Ninguém tem mais em quem se espelhar por aí. Os políticos são uns poltrões gananciosos. Quem sobra? Famosos da tevê? Estes não raro estão mais perdidos que qualquer outro. Jogador de futebol? Só se for pra imitar o Ronaldinho que sai com travesti e nem paga o sujeito. Que aliás morreu de Aids esses dias. Enfim, desse país de Big Brother, dupla sertanoja com QI de galinha ( que me perdoem as galinhas) e criança e muito marmanjo ouvindo funk repleto de obscenidades, não se pode esperar muita coisa. Nada além de uma vida vazia e de pessoas que se acham as gostosas porque compraram um carro novo.

    Abraço

    • Poxa… tudo é culpa do “sistema”?

      Acho que o discurso já está cansativo. Não poderia ser culpa do fato de que, cada vez mais cedo, os pais confiem a educação dos filhos a instituições públicas ou privadas de ensino?

      O que mais vejo são crianças cada vez mais cedo indo para creches e instituições similares. Tá faltando o amor caseiro. Aquela dedicação para com os filhos até o primeiro ano de ensino fundamental.

      Cada vez mais os pais precisam trabalhar e “largar” seus filhos em creches.

      Penso que deveria haver mais ações do que meras teorias conspiratórias, embasando um discurso de década de 70.

      É o que penso!

      • Concordo com você que é um problema enorme os pais mandarem os filhos com um mês de vida para as creches. E nesta questão das creches há muita demagogia por aí também. Tá cheio de casais que mal tem condições de se sustentar e saiem por aí fazendo filhos às pencas. Depois querem creche, roupa, assistência médicam e o Estado que se vire. Não é bem assim… Custa muito caro manter uma criança na creche e se passarmos a cobrar do munícipio manter tudo quanto é criança em creche, vai faltar dinheiro para outras coisas essenciais. E quanto desta demanda é motivada também por pessoas que vieram de outras cidades? Não é simples se precaver contra essa alta taxa de natalidade nas camadas sociais mais baixas e contra essa imigração crescente.

        Com relação à teorias conspiratórias e discurso da década de 70, vou me furtar de comentá-lo. Não acho que seja preciso.

        Abraço

  4. KKKKKKK!!!!! Se a moda pega hein…. Ah, só pra relembrar, quem estudou no Colégio São José entre 87 e 88, deve se lembrar que a moda da época era umas pulseiras de borracha preta que as meninas usavam, era sinal de status aquela que tinha mais pulseirinha no braço. E para manter a ordem entre as meninas as freiras cortavam tais pulseiras e proibiam o uso. Já lá naquela época as freirinhas do SJ já sabiam o que estavam fazendo, mandando rezar em fila antes de subir pra sala de aula. Tá faltando um pouco disso hoje em dia! É muita putaria no Senado e Big Brother na televisão.

  5. KKKKK…… Uma suruba com os carecas João Martins e Magru, quando arrebentar a pulseira verde, não é premio…. é castigo…. deve ser uma cena horripilante…

Os comentários estão fechados.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.