SATISFAÇÃO é a consciência que o ser humano experimenta de considerar sua necessidade plenamente atendida. Nossas necessidades podem ser de várias ordens, como: social, psicológica e material. O político que detém cargo executivo, por exemplo, deve ter satisfação ao receber reconhecimento público porque realizou determinada obra de inestimável valor à sua comunidade. Parece que esse é o sentimento que o ex-prefeito Amílcar Gazaniga experimenta quando caminha pela Avenida Ministro Victor Konder, a nossa Beira-Rio. Faço essa reflexão porque estava caminhando no final de tarde dessa sexta-feira e passei pelo casal Amílcar e Suely, também caminhando pela Beira-Rio. Foi no Governo Gazaniga que aquela obra começou a sair do papel. Dá de imaginar Itajaí sem aquela avenida?
INSATISFAÇÃO é a consciência que o ser humano experimenta de considerar sua necessidade não atendida no seu todo ou em parte. Nossas necessidades podem ser de várias ordens, como: social, psicológica e material. O político que detém cargo executivo, por exemplo, deve ter insatisfação ao perceber que está andando por um lugar que poderia [ou deveria] receber uma melhor atenção por parte de seu governo. Parece que esse é o sentimento que o prefeito Jandir Bellini experimenta quando caminha pela Avenida Ministro Victor Konder, a nossa Beira-Rio e acaba passando pela ponte do Ribeirão Schneider. Faço essa reflexão porque estava caminhando no final de tarde dessa sexta-feira e passei pelo casal Jandir e Lourdes, também caminhando pela Beira-Rio. Até agora no Governo Bellini aquele local não teve projeto que saiu do papel. Dá de imaginar Itajaí com o Ribeirão Schneider realmente despoluído?
14/11/2009 às 20:58 |
Magru,
São duas paisagens epigenéticas que se confundem e fazem parte da falácia da concretude deslocada. Na satisfação foi excluído o cenário bucólico que contornava a orla ribeirinha do Saco da Fazenda, que foi simplesmente, destruído para dar lugar aquela urbanização brega copiada dos grandes centros brasileiros e até recebeu o glamour estrangeiro do “Caminho de Sodegaura”. Itajaí, tornou-se cidade irmã de Sodegaura no Japão, será devido a grande concentração de imigrantes japoneses. Apenas uma observação: a Avenida não deveria ser beira-rio, mas a realização de uma reengenharia de tráfego nas ruas Lauro Muller e Sete de Setembro. Portanto, cabe a minha (des) satisfação.
Quanto ao Ribeirão do Schneider é colocar “sal em carne podre” porque não conserva e não despolui. Sabe por que? Porque Itajaí tem que ter um Sistema de Tratamento Coletivo de Esgotos, senão limpa o ribeirão e o aporte de sedimentos e poluição hídrica são carreados diariamente, duas vezes por dia, devido a frequencia cíclica das marés. Ah! Tem outro detalhe, como não tem o tratamento do esgoto, os grandes edifícios, mansões, casas comerciais, oficinas, padarias, posto de gasolina, colégio, cemitério e mais uma diversidade de edificações que usam e ocupam o solo na faixa marginal daquele curso d´água natural poluído, bem como, os demais no seu entorno. Portanto, ajusta-se a minha perplexidade pela falta de consistência crítica das determinações ecológicas, com o meu protesto de (in)satisfação
14/11/2009 às 22:59 |
Ué?! Itajaí não tem tantas ONGs e instituições de defesa ambiental?!
Se nenhuma delas “berrou” em defesa do Ribeirão Schineider, por qual razão o Prefeito teria a obrigação de fazê-lo de imediato em desfavor de tantas outras prioridades na cidade?
Acho que o amigo se ateve em uma particularidade muito peculiar!
Forte abraço!
15/11/2009 às 14:42 |
MAGRU
Bela reflexão. O teu imaginário, encontrando na nossa mais popular via, um ex prefeito, juntamente com sua esposa e, o atual, também devidamente acompanhado, nos faz refletir de igual modo, como as administrações são diferentes no tempo. Realmente, Amilcar foi destemido. Quem sabe até pela sua jovialidade de quando foi prefeito. Mas teve e continua tendo, visão futurista. Sem macular o meio ambiente fez o que hoje elogiamos. De outro lado, o atual. Bem deixa prá lá.
15/11/2009 às 22:13 |
amigo ,Magru
O mais curioso e que la nos idos de 1977,quando foi materializado o hospital Marieta,o Campi da Univali,a Beira Rio a Rua Indaial e toda a pavimentacao do Dom Bosco ,Sao Judas ,grande parte do Sao Joao,Loteamento Muller e Bruno2, construcao de milhares de casas populares,a primeira rede de centros infantis,a rede de abastecimento de agua que esta ai ate hoje,o desbravamento do Sao Vicente que vai desde a ponte ligando com o Sao Joao passando pela construcao da Estefano e uma malha viaria invejavel para a epoca,a duplicacao da Reinaldo, a festa do agricultor,a criacao das resevas ambientais,o Gabriel Colares ,a Casa da cultura,os convenios internacionais como o com Sodegaura,e mais tarde la em 93 quando em menos de 6 meses interligamos nossa cidade com o Balneario de Camboriu isso so para relembrar com alguns poucos exemplos, nao raro era ter que ouvir que nossa cidade estaria falida por termos acreditado numa gestao corajosa e desafiadora.Isso tudo agora so vem ratificar que o melhor julgamento e aquele que e feito quando arrefecem as paixoes.e foi essa certeza que me motivou la em 2000 a ter coragem de enfrentar novamente os ceticos e os eternos criticos negativistas sobejamente conhecidos em nossa terra e mudar com acoes inovadoras a historia de nosso porto e consequentemente de nossa economia.Por isso caro amigo e que hoje como cidadao comum ando pelos caminhos de nossa terra com a alegria de ter tentado sempre dentro dos limites de minha incompetencia o melhor para nossa terra e seu fantastico povo . Lembrando sempre que o unico merito que possa ter tido foi a capacidade de escolher sempe uma equipe extrordinaria que foi a realisadora de tudo isso e muito mais
Um forte abraco e lembre que o melhor que podes fazer em homenagem ao teu cunhado amigo e tentar fazer tudo aquilo de bom que a vida nao lhe deu tempo de concluir
Fica com Deus
16/11/2009 às 16:26 |
Prof. Magru,
Aproveite para andar na beira rio em quanto é tempo de apreciar uma paisagem sem igual, mesmo mal cuidada a nossa beira rio ainda é um cartão postal fantastico.
Nos deixa triste ver que o nosso rio vem sendo isolado da nossa gente e escondido de nossos turista, aonde esta o projeto borda d´agua ou parte dele; porque no nosso porto em alguma areas não são usados telas, já que a legislação aduaneira exigi o isolamento da area alfandegada, mais em nenhum momento diz se é com muro, cerca ou algo parecido.
Aproveite professor para andar na beira rio e ver o resto de nosso mangue e os barcos artesanais em breve pretende dar ao capital privado a beleza que é de todos nós, aonde o responsavel pelo projeto é alguém que esteve alojado em outra administraçãoe é notorio o seu interesse particular neste projeto (porque tanto interesse?) entre outras coisa que não se pode falar em publico.
Já imaginaste que tristesa passar pela beira rio e ver um muro ou no maximo um chafarix como na marina tedesco, provavelmente o sr. , dr. amilcar, o prefeito e seus familiares não poderão mais caminhar na beira rio, porque até o nosso deverá mudar, pois se não houver mais rio qual o sentido, sugiro um nome avenida “rio entre muro”, abraços e vamos parar por aqui! boca de siri
16/11/2009 às 16:28 |
matei o portugues…..
Já imaginaste que tristesa passar pela beira rio e ver um muro ou no maximo um chafarix como na marina tedesco, provavelmente o sr. , dr. amilcar, o prefeito e seus familiares não poderão mais caminhar na beira rio, porque até o nome deverá mudar, pois se não houver mais rio qual o sentido deste nome, sugiro um nome avenida “rio entre muro”, abraços e vamos parar por aqui! boca de siri
17/11/2009 às 10:03 |
Caros,
ao ler os comentários sobre este post do Magru algumas situações me chamam a atenção:
1- Comentário do Toninho perfeito;
2- O comentário do chiclete é sem comentários. Colocar a culpa daquele descaso nas Ongs. O Prefeito não faz porque as Ongs não berraram. Se quer defender o governo use de argumentos como: o sistema de tratamento de esgoto coletivo está sendo implementado e isso fará com que Schneider ganhe uma qualidade melhor, mas, não me venha com essa de colocar a inoperância do poder público nas Ongs, até porque estas trabalham através do voluntariado. E quanto ao fato de outras prioridades discordo completamente, pois, é uma questão finaceira também, já que mais de 30% de nossas doenças são de veiculação hídrica, então investir na despoluição de nossos rios é investir no bem estar de nossa população. Cabe lembrar que Jandir está indo para 12 anos de mandatos.
Caro Chiclete, a razão de o prefeito fazer algo pelo ribeirão schneider sem alguém berrar é pura e simplismente pelo fato dele ser prefeito.
3- O “Eduardo Assis” (bastidores do poder) levanta um fato bastante importante que é a privatização de nossa paisagem mais importante que é o rio Itajaí Açu. Ele falou do projeto da marina, mas, levanto outros projetos como: o Instituto Federal que querem contruir ali, um outro pier de atracação para uma instituição Federal ao lado do Centro de Eventos. Temos que pensar naquele local como o único local que nos restou para olharmos o Rio Itajaí-Açu, e elaborarmos para ele um projeto turístico e Educativo.
att.
Caio Floriano
18/11/2009 às 08:10 |
é, mas nas entre linhas do post está mesmo uma endeusasão do amilcar.
será o novo prefeito?
já tás soprando prá lá, né?
19/11/2009 às 05:53 |
Eo tão decantado em verso e prosa: Museu Oceanográfico da Univali?
Quanto a marina na época do Macaghan em 1992, o presidente da Associação Brasileira de Marinas apresentou um projeto de marina pública, agora o Priess que sempre está no poder, copiou o projeto de uma marina privada da internet e quer vender como sendo idéia sua. Coisa de comunista que quer um estado socialista e vende um projeto neoliberal privativista. Contradições $$$$$$$$ideológicas do espectro da esquerda negativa cujos partidos viraram burgueses.