Thiago Floriano

NOSSOS COLUNISTAS

Em Uncategorized, 29/08/2009 às 19:46

 

O jornalismo passa por transformações radicais nos últimos anos. O principal motivo dessa mudança absoluta na maneira de se fazer jornalismo está diretamente relacionado às novas tecnologias colocadas á disposição dos cidadãos comuns e dos próprios profissionais de mídia. O acesso à internet, celular, twitter, blog, site, orkut, máquinas fotográficas digitais … estabeleceu novas relações e práticas no setor, possibilitando que o jornalismo deixasse de ser uma via de mão única e passasse a ser considerado um oceano com possibilidade de se navegar em todas as direções.

Aos jornais impressos, portanto, restou a adaptação. Esse movimento pela sobrevivência do jornal impresso teve como foco principal a opinião. Ou seja, o jornalismo voltou a valorizar o que tinha de especial nos seus primórdios e que o diferenciava de tudo o mais. Assim, podemos perceber com certa facilidade que os dois jornais diários que circulam em nossa região, Diarinho e Diário da Cidade, estão valorizando com muita propriedade os espaços de seus colunistas.

Há um investimento de mídia, no sentido de relacionar o jornal diretamente a esses colunistas, notadamente os colunistas políticos. O Diarinho tem como referência JC, César Valente, Elias Silveira e Fernando Alécio; o Diário da Cidade investe em Magru Floriano, Nilton Góes e Tomás Pereira. O salutar disso tudo é que o leitor acaba sendo muito bem informado, justamente porque ele tem opções de uma boa leitura, depois complementada pelos blogs que muitos desses colunistas mantêm na internet.

O ano eleitoral já iniciou. Estamos na fase considerada como “balão de ensaio”. Os colunistas políticos estão montando suas redes de informações para melhor poder informar seus leitores. Outro ponto interessante é perceber que agora o leitor tem dois jornais abrigando em suas páginas bons colunistas políticos. Isso significa dizer que quem lê JC e Nilton Góes vai querer ver o contraponto em César Valente e Magru Floriano, e vice-versa. São pessoas com tendências ideológicas bem diferenciadas. Uns moderados, outros radicais; uns de esquerda, outros de direita; uns situacionistas, outros governistas; uns com opção partidária definida, outros apartidários.

De minha parte, como colunista político do jornal Diário da Cidade, assinando a coluna O Palanque diariamente na página quatro, quero me colocar a disposição de todos os candidatos, todos os partidos e todos os leitores, INDISTINTAMENTE. Tem gente que não passa informação e depois cobra a omissão do jornal e do colunista. Tem gente que só quer receber elogio e não assimila um reparo ou crítica a sua postura de homem público. Mas, de modo geral, sabemos que nosso papel é informar e analisar o cenário político para dar ao nosso leitor o que temos de melhor.

Assim, coloco à disposição do meu leitor os seguintes canais de comunicação:

Site: http://magru.com.br

Blog: http://magru.wordpress.com

Fotos: http://flickr.com/photos/magru-floriano

e-mail: magrufloriano2008@gmail.com

fone: 9123-0013 [de preferência no horário das 12 às 14 horas].

  1. Parabéns por fazer parte desse cenário Magru! O Jornalismo Opinativo através das colunas está muito bem representado. Vejo um campo aberto para comentaristas e cronistas no jornalismo itajaiense. Observo que isso será questão de tempo, pois o caminho para a “redenção” do jornal impresso é a opinião.

  2. Jean,
    Por acaso o filho do Sarney, Zéquinha Sarney, não é filiado do PV? Porque o filho dele também está envolvido no escandalo do Seenado Federal. Até onde eu sei, o velho Sarney filiou-se ao PMDB, a filha foi eleita pelo PFL (DEM) e o irmão dela lutava pelas “causas do meio ambiente” na Direita do FHC.

  3. Se vamos falar de esquerda e de direita nas posições políticas de colunistas, em que posição Magru Floriano se encaixaria?

    RESPOSTA DO MAGRU


    Eu sou filiado ao Partido Verde. O PV é um partido que nasceu ANARQUISTA PACIFISTA. Portanto, nasceu no espectro da esquerda democrática. Exemplo de que o PV está na esquerda é a adesão recente de Marina Silva senadora do PT. Aqui em Itajaí temos a adesao de João Martins, ex-guru de Volnei Morastoni. Tem correntes no PV que confessam o Socialismo Democrático, como é o caso do Beaco. Como o PT, existem várias tendências dentro do PV que vão desde o Anarquismo Pacifista, passando pelo Socialismo Democrático e indo aos verdes puros [ecologistas] e pessoal vinculado ao centro direita, como ex-dirigente Gerson Basso. Com a adesão do grupo político de Marina Silva o PV volta a ter seu eixo mais à esquerda.

  4. Pois é, como falaria nosso liguajar peixeiro!

    Entendemos que Provesi é sem duvida um bom candidato nas proximas eleiçoes principalmente quando falamos de candidatura a deputado federal.
    Contudo, já se contestava internamente dentro do partido se o mesmo se desgrudaria de uma elite dominante para se comprometer com um partido popular e de massa.
    Ao fazer analises de viabiulidades eleitotais é sempre mais facil estar perto das oligarquias do que perto do povo, contudo o nucleo duro dos poderosos é ingrato, utilizam-se de pessoas como degraus para ‘perpetuação do poder e de seu grupo.
    Em nome do Partido democrático trabalhista esperamos que Provesi não seja um inocente util da construção de um projeto individual do Vice Governador do Estado.
    O PDT ao contrario do que li esta semana na imprensa não é a cara do sodre, mas sim a cara do povo, pois e um dos poucos partidos que cresce a cada eleicao, no poder ou fora dele, pois n~ao muda sua opinao em troca de beneficio proprio, mesmo que constestavel mantem sua ideologia e opinao formada, nossa luta e pelo trabalhismo, tendo como proposta para construcao da escada social a EDUCACAO.
    Quem quiser se juntar a esta bandeira que venha conosco, contudo sem exigencias ou vantagens.
    Quando nos propomos na construcao de um grande partido, foi para fazer a diferenca, trazendo para luz cidadaos simples, ricos ou pobres, mas com o ideal de mudancas, de transformacao social, por um mundo mais igual, justo e fraterno, quem assim nao entender existem outros partidos que pensam diferente e la devem se alojar.
    Quanto a nos continuaremos nossa luta, levando ao nosso povo que entre amarelos e vermelhos, a MUDANCA E AZUL!
    Saudacoes Socialistas.
    Marcelo Sodre.

  5. Magru,
    Por quê os colunistas supracitados não tem comentado mais nada sobre o excelente trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Instituto Cidade Saudável que o Volney Morastoni criou antes da eleição para desenvolver estudos e pesquisas, elaborar projetos para o seu governo? Pois bem, lembro que as melhores cabeças de Itajaí participaram dos trabalhos durante um ano e depois das eleições, tudo foi desprezado, porque o conjunto de políticas públicas viraram políticas de poder, inclusive sem aproveitar a capacidade técnica daqueles profissionais voluntários.
    Então, vou perguntar aos citados colunistas: É verdade que o “Instituto Cidade Saudável” foi desativado logo após a vitória nas urnas de 2004, porque os objetivos e finalidades eram conflitantes?

    RESPOSTA DO MAGRU


    Até onde sei, o Instituto Cidade Saudável está sendo refundado pelo grupo do ex-prefeito Volnei Morastoni em uma casa ali ao lado do prédio onde mora Volnei, na rua atrás do Herbário Barbosa. Valdelice é a assessora de imprensa, conforme ela mesma confirmou a minha pessoa quando a encontrei na Câmara de Vereadores. Portanto, agora na oposição, o Instituto Cidade Saudável deve voltar a ouvir as pessoas. Obviamente que eu não apareço mais por lá. Ser enganado uma vez, tudo bem, a segunda é atestado de burrice.

  6. Magru, só uma pequena observação, temos colunistas políticos, que é o caso do amigo e, temos colunistas FOFOQUEIROS, àqueles que só vivem de fofocas e não trazem nada de positivo para o engradecimento da nossa tão avacalhada política. QUE O DIGA O TAL DE JC ! A propósito quem está construindo a nova CHOUPANA do socadinho? Será que começa com “T” e termina com “TO”?????? Óh dor!

    RESPOSTA DO MAGRU


    Olha cara, eu covivo com o JC há muito tempo. Acho que tenho relação com ele muito próxima do que podemos considerar como uma forte amizade. O JC me respeita muito e a recíproca é verdadeira. Ele tem influências políticas, assim como eu tenho. Por muito tempo, por exemplo, eu rezei pela cartilha de Anita Pires, depois passei para a cartilha de Volnei Morastoni e hoje sinto-me um colunista independente. Temos histórias de vidas diferentes e somos colunistas diferentes no trato da informação. Como vocês podem perceber o JC publica as informações “in natura”, a informação pura; eu, tenho uma tendência à análise. Por esse motivo que aquela preocupação que alguns tem de que eu não deveria ser colunista e assinar um blog estando no Governo [assessoria do Porto] porque tenho informações privilegiadas, não procede. Na verdade a última coisa que procuro como colunista é dar furo em alguém ou sair na frente desse ou daquele colunista. Nada disso. Eu deixo os outros darem a notícia primeiro, porque prefiro analisá-las a ser um foco de furo jornalístico. Portanto, eu respeito muito o trabalho do JC e tenho certeza que ele respeita o meu. Quem ganha com essa diferença de fazer colunismo político é o leitor que lê os dois, porque tem uma informação vista por dois enfoques completamente diferentes e complementares. Eu leio o JC e gosto muito do seu trabalho.

  7. Olá, boa noite, presado companheiro Magrú.

    LAMENTAVEL, TINHA UM FUTURO BRILHANTE, E JOGOU FÓRRA. EU AVISEI, SE NÃO OUVIRAM FOI PORQUE NÃO QUISERAM. MARQUEM, VÃO QUEIMA-LO E DEPOÍS, BEM, DE-
    POIS É DEPOÍS……QUEM SABE LEONAL O CANVIDA PARA SER UM DE SEUS SECRETÁRIO E , É SÓ.

  8. ” Provesi é virtualmente candidato a deputado federal, resultado de seu ingresso no PSDB, conforme acerto de churrascaria com o vice governador.” Aí está a face mais inutil dessa abstração chamada democracia. Democracia de dois, como um xote. E, se acaso o vice governador não tivesse convidado o ilustrado reitor a ingressar em suas fileiras, não haveria a candidatura? Simples assim? Convenhamos, democracia de dentro para fora só vale na Venezuela, e olhe-se lá. Lembro-me, alhures, mesmo quando democracia era-nos um conceito distante, as candidaturas nasciam do útero das comunidades, onde os nomes começavam a ser debatidos nos botecos, empresas, depois da missa, e, por fim, o unanime não tinha como escapar. Não que fossem melhores do que as candidaturas de churrascaria, porém, caso o eleito fizesse um mandato desastroso acomodava-se o peso da culpa entre muitos. Agora, voltando ao reitor, caso eleito revele-se um politico mediocre, somente o vice governador sofrerá os efeitos ?

    • Pelo visto, o colega não sabe e sequer cogita de quais meios a política se viabiliza.

      Seria uma assertiva elitisma e preconceituosa ou mera falácia de quem não compreende a “roda política”.

      Argumente, meu caro!

      • Não liga não, o Joel é PDT e esperava que ele fosse filiar-se ao partido do Ministro Carlos Luppi.

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